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segunda-feira, 25 de julho de 2022

Aceita

Aceitas o elogio de que estás linda?

Não, não só a beleza de teu rosto e

De teu sorriso que traz a energia que afaga alma e 

Revigora o espírito dos teus iguais, 

E quem caminha contigo, de mãos dadas,

Apesar de nunca se tocarem...

Guarda teus segredos e silêncios apenas para nós? 

You and me, dear cukierek? Ouve minha oração pela tua felicidade

Unindo as pontas de nossos corações ?

Recebe então meu abraço e sinta meus braços te envolvendo

Kochany! De mil vidas 

Olvidadas, esquecidas, adormecidas no

Ventre dos anos e eras imortais... 

Ícaros de sonhos que flutuam pelos

Templos de antigos deuses de amor e pureza. Flutuemos pois, até que o

Zênite de uma vida una nossos olhos no enlevo do encontro feliz.


segunda-feira, 16 de maio de 2022

O Sitio


E a história do sítio Mari&Anna ficou para trás. Foi  muito divertido, instrutivo, trabalhoso, afetivo, colaborativo e muito, muito oneroso. Enfim, mais um projeto pessoal meu que foi para o borogodó. 

Confesso que comecei a estranhar quando percebi que as pessoas que iam lá, elogiavam o lugar, me parabenizavam e nunca mais botavam os pezinhos lá...

Tirando a mãe e a Nuty, ninguém ia lá... Teve vezes que eu fiquei sozinho contemplando os dois pomares, as três fontes perenes de água, os dois hectares apenas de mata nativa, a cascatinha, as enormes e antigas árvores, a roça plantada, os tucanos, os bugios, o barulho da escola (sim, tem uma escola nos fundos), uma infinidade de pássaros e os vizinhos, que são muito legais.

Lá percebi que a idade chegou e já não tenho mais força pra tocar um roçado e a habilidade pra construir alguma coisa.

Foi um lugar retirado em que sonhei terminar meus dias. Ficou por lá, além das cinzas da mãe e do seu Henrique, uma boa lembrança. 

Espero que o novo proprietário realize boas coisas por lá. Capacidade gerencial e recursos ele tem. 

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Ahhhhh! Véééia!

 


Ahhh! Véééia era o bordão que meu amigo Porã citava no programa Pretinho Básico, na rádio Atlântida, e com o qual, eu e o meu irmão Genilson saudávamos a mãe, Dona Odete, com um misto de carinho e brincadeira, como era geralmente o clima em que nós nos tratávamos em casa.

Lembrei disso porque ontem, estava conversando animadamente via uatisźapi com uma das minhas primeiras alunas. Falávamos acerca de nossas mães e um assunto agrícola, quando ela demonstrou interesse em saber mais da vida da minha mãe. Fui dando detalhes e coloridos ricos, cheios dos exemplos de cuidado que dona Odete teve para com tantos ao longo da sua vida que ela sentenciou:

- Tu tens de escrever um livro!!

- Ninguém vai ler. Respondi.

- Profe... (quase 3 décadas passaram e ela, à beira de concluir seu PhD na maior universidade do país, ainda me chama de professor)... essa história daria uma minissérie... escreve em capítulos...
- Mas, guria... 
Foi quando fui percebendo que realmente, a história da minha amada "mama", é um romance. Ao longo dos anos e pela nossa proximidade e intimidade, a mãe compartilhou comigo detalhes de sua infância, de ancestrais que não conheci, a vinda pra Porto Alegre e até como conheceu papai e eu fui encaminhado à este planeta...
Mas, ainda acho muito cedo. Ainda não consegui compreender a injustiça que foi cometida contra ela e, portanto não consigo escrever sobre ela e seu desprendimento amoroso para com os familiares e amigos.
Quando ouço alguém dizendo que vai votar no Bozzo, soa como mais uma martelada fria nos pregos do caixão que a levou...
E, para alguns casos, com a riqueza de detalhes necessários a uma boa leitura, teria de pedir a opinião e até autorização dos meus irmãos. 
A mãe como muitas outras grandes mulheres, que mereceriam uma biografia, deixou muitos exemplos bons e positivos. O maior deles é, com certeza, a férrea vontade de viver. Que lhe foi alijada por uma política de saúde pública vergonhosa.
Pra não dizer homicida.

quinta-feira, 28 de abril de 2022

Doce


Prestígio pra quem não conhece é um chocolate recheado de coco ralado. Eu o considero uma delícia, desde a infância, quando aparecia um ou outro na cestinha de Páscoa lá de casa. Ávido pelos doces, sempre deixava o famoso docinho por último. Ficava namorando aquela barra vermelha com pontinhos brancos. Pegava, acariciava, cheirava e devolvia pro fundo da cesta, antevendo aquele prazer especial. Nossos doces de Páscoa não resistiam até as dez da manhã do domingo. Só ficava o meu Prestígio aguardando... Eu ponderava sobre comê-lo de sobremesa pós-almoço ou, quem sabe levá-lo pra escola pra me exibir, abrindo-o triunfalmente no recreio (nunca consegui, acho que sou impaciente). Geralmente almoçava rápido e, escondido dos olhares alheios (meus irmãos já tinham mastigado tudo o que era doce do dia) pegava meu chocolatinho e o abria com delicadeza e o colocava na boca, de olhos fechados. Era uma experiência sensorial muito especial. A receita do chocolate mais o coco parecia que fora feita exclusivamente para mim. Sim, havia Chokito, Sonho de Valsa, o caro Alpino, o Neugbauer... Mas, nenhum era como o "meu" Prestígio, que ficou marcado como o bom gosto de infância na memória afetiva. Hoje, eu acho que mudaram a receita ou fui eu que mudei. Posso comer uma caixa inteira que não há a mesma sensação... Algo que ficou lá, permanentemente guardado, indelével. Com o passar do tempo, as atribulações e broncas vão tirando o sabor da vida. Fenecemos. Às vezes, morremos em vida, onde tudo parece tão indiferente. Então seguimos, caminhando a esmo, tateando aqui e ali, buscando as doces recordações de quando éramos inocentemente felizes. Talvez o que me alente seja a esperança de sentir de novo,  em algum momento, o gosto "daquele" Prestígio e a sensação boa da vida percorrendo o corpo todo e a vontade de correr pelo pátio, brincar com tudo e todos... Eu não sou mais o mesmo, sei bem.  E a fórmula do doce também não é. Ficou só a mágica memória... um sorriso que nasce de uma boa "Sensação"... que, convenhamos, é um bom-bom até que razoável.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Das coisas puras e boas

Corria o ano da Graça de 1975 e papai estava passando uns dias em casa, em seu crônico tratamento contra a tuberculose. Estávamos felizes por ele estar com a gente.  E, numa tarde daquelas, recebemos a visita do Pe. ROQUE que veio trazer a comunhão e abençoar a família. Meus pais eram muito católicos. Recordo que ficamos todos em pé para a oração e receber a benção. O padre notou que sabíamos rezar bem e perguntou porque eu (o mais velho dos filhos) não estava na catequese. O pai argumentou que eu tinha recém completado 8 anos. Era cedo... Padre Roque meio que determinou que no proximo sábado à tarde, eu deveria procurar a Professora Cleusa Maria Pokorski e acompanhar a turma.

Cheio de receio, compareci naquele frio inverno de junho ao velho prédio de madeira que era o salão da Igreja. Pintado de azul e com piso de cimento liso, era lá que ocorriam os bailes e as aulas de catequese. 

Fui recebido pelo seminarista Euclides Benedetti, coordenador de catequese. Sentei e comecei a aprender os sacramentos... Ao fim da aula, que achei curta, voltei pra casa, pelas ruas enlameadas do Pedrinha e apresentei um relatório ao meu exigente pai.

Sempre fui tímido e, com vergonha do meu nome raro e esquisito e mais o sobrenome impronunciável, era um tortura ouvir a chamada... os risos me deixavam em pânico. Eu ficava a aula mudo e quieto e ninguém falava comigo. Eu agradecia. Rezava e fazia o que era solicitado e ia embora aliviado. 

Até  que num sábado, uma colega me deu um olá, ou algo assim, enfim, me deu atenção..

Entrei em choque! Primeiro, porque era uma menina e, segundo, a dona dos olhos mais lindos que eu já tinha visto. E ela sorriu pra mim. Eu fiquei tonto. Aqueles olhos eram só o que eu via. A aula seguiu normal, mas eu nunca mais fui o mesmo.

De alguma forma descobri o nome da menina. E ela sempre foi simpática comigo. Uma simpatia fraterna, meiga.  Havia elegido minha princesinha. 

No dia da primeira comunhão, 09.11.1975, eu estava bem feliz dentro de roupas e sapatos novos. E trocamos um oi rápido antes da missa, quando formávamos a fila para entrada solene. Depois, não lembro mais... Era uma multidão, recordo só da fotografia tradicional e de que não tinha conseguido me despedir... Já em casa, festejos com a familia e a certeza de que no Passo das Pedras, em alguma casa, com meu coração alguém havia ficado.

Em 1976, tô passando na porta da sala de aula do meu irmão, deu aquele toing! E o coração parou na garganta. Ela, ali, linda, de cabelo comprido... soube mais tarde que a professora do mano era a mãe dela. Me escondi de vergonha infantil... 

Um outro dia, na saída da escola, ela vinha pela rua em sentido contrario e eu não tinha como fugir. E ela me cumprimentou de novo, com aqueles olhos (eles viraram música em 1980)... o coração aos saltos... dei um oi rápido e fui embora. Naquele restante de ano, troquei meu itinerário pra ver se a reencontrava...

Em 77, pela janela da sala vejo a menina, com sua mãe, carregando um bebê.  Vieram apresentar a maninha recém nascida à escola. Pra minha enorme tristeza, não vieram na nossa sala.

Naqueles anos, a via esporadicamente. Eu seguia tímido e havia colocado aquela princesa num pedestal. Era um amor infantil,  surgido de uma gratidão por um instante de atenção. Olhava outras meninas, pensava estar apaixonado, mas tudo balançava quando, de vez em quando a gente se encontrava... 

Em 1980, na festa de formatura, teve baile. Ela estava lá. Tocou uma música lenta e, não sei de onde tirei forças pra convidá-la pra dançar. Gelei quando ela aceitou. Seu corpo se achegou ao meu e dançamos. Primeiro tocou Agonia, do Oswaldo Montenegro. Era noite de 4 de outubro. A música estava terminando quando perguntei se ela queria continuar. E ela topou! Seguimos bailando Vinte e Poucos Anos, do Fábio Júnior. Os colegas morrendo de inveja... eu devia estar asas nos pés, me sentia nas nuvens... e depois, ficamos conversando até o pai dela chegar e buscá-la. Levei-a até a porta e trocamos três  beijinhos. Ela entrou na kombi e a festa tinha terminado pra mim. 

Era linda demais

Era educada demais

Tinha um padrão de vida melhor que o meu...

Era inacessível, por fim.

Com o passar dos anos, tinha notícias eventuais dela, sabia de algum namorado. Até que descobri a casa em que ela morava e, de vez em quando ia visitá-la com o violão debaixo do braço. Fazia pequenas serenatas..

Nunca deixei de querê-la bem... era minha amiga amada. Um abraço, os três beijinhos e nada mais.

Ela cresceu, encorpou, ficou cada vez mais atraente. Muita mulher para qualquer pretensão de um menino imaturo como eu. Continuei adorando-a sabendo que não era pra mim. E isso tornou-se um bloqueio. Eu não conseguia dizer o que ela representava pra mim.  Temia que ele me rechassase... e aquela magia, que eu havia criado, acabasse.

Se eu já a adorava, passei a amá-la de verdade quando no dia mais difícil da minha vida, ela apareceu pra me abraçar... prestar solidariedade num momento ruim. Pequenos gestos.

Depois, cada um seguiu seu rumo. Eu, nas minhas andanças namoradeiras, volta e meia passava pela casa dela e conversávamos animadamente. Às  vezes, rolava uma serenata e eu voltava pra casa, sob o calor daquele olhar único. Uma noite daquelas, ela me falou que estava namorando firme. Fiquei um pouco chateado, mas ela estava feliz e fiquei um bom tempo sem procurá-la.

Tempos depois, num sábado, depois da missa, meus pés me levaram pros lados da casa dela. Chamei e (surpresa), ela veio atender. Estava um pouco triste, pois havia terminado o namoro... ficamos ali conversando até que,  ousei, a abracei e beijei seus lábios. Trocamos longos beijos. Me despedi com ela tirando sarro de mim dizendo-se surpresa pois achava que eu era gay... só porquê eu nunca atravessei aquela barreira... até aquela noite.

Passei um tempo no dilema de pedir ela em namoro ao mesmo tempo em que acreditava não ter estrutura pra namorar uma mulher daquele calibre...

Quando a procurei, ela tinha reatado o namoro... logo depois casou, soube do nascimento do filho... e eu toquei o barco.

Volta e meia, acontecia um encontro, uma carona (sim, ela dirigia!!!!) E colocávamos as novidades em dia. 

Eu  casei, tive amores, sabores e dissabores. Separei... pensei em procurá-la. Mas, ah! Ela está bem... 

Num encontro com uma professora em comum, fico sabendo que ela havia se separado. Saí  correndo... Mas, ao me reaproximar, ela está com o pai doente e... comprometida. 

Atrasado de novo!

Fui convidado pra jantar com a familia naquela noite. A única vez que sentei àquela mesa. Era cachorro quente. O namorado não estava. E rimos... e no meio de uma das brincadeiras na conversa, fiquei com uma frase entalada na garganta. Mais uma vez, o medo e o estado de saúde delicado do pai dela me impediram.

Eu queria que ela e sua família soubessem que nunca me considerei homem à altura dela...

Foi a última vez que vi seu pai. Gostava muito dele. E fiquei sentido por ela não ter me avisado. Eu e meus irmãos havíamos  combinado de estar presente...

Meses depois, fui visitá-la e ao seu novo marido. Levei junto minha filha. Até hoje, Anna fala da casa da "tia" dos gatos. Fomos recebidos com carinho e alegria. O novo marido era músico e tocava bem o violão. 

E eu tive a certeza de que era esse o nosso destino. 

Hoje ela é minha cabeleireira, amiga e confidente. Temos o hábito de dizer um ao outro que nos amamos e temos uma alegria genuína ao nos encontrar e brincar com as coisas sérias do cotidiano. 

Ela ainda conserva o brilho nos olhos. Um doce olhar de esmeralda. Um farol. Um guia de uma vida.








sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Minha História de Natal


Eu brinco que mandei pra RBS a historinha que vem a seguir. Ela é absolutamente verídica. Fiquei com vontade de escrevê-la quando ao contemplarmos

nossos filhos curtindo o espírito natalino, perguntei ao meu irmão se ele lembrava de um longínquo natal em que recebemos pela primeira (e única vez) Papai Noel em nossa casa (a resposta dele, ao final do texto).

Tinha eu uns cinco anos, meu irmão do meio, quatro. O mais novo estava ou no berço, ou a caminho. Ele não fez parte da movimentação naquele dia. Era véspera de Natal, e lá em casa, sempre havia, houve e haverá, um presentinho. Mesmo simples, nunca deixei de receber um brinquedinho de Papai Noel, personalidade que eu respeitava muito. Tanto que, perto do Natal, a gente ouvia: "o Papai Noel vai saber!" , "olha que o Papai Noel tá olhando". Eu adorava e temia aquela figura onisciente. Procurava me comportar para ser digno do presentinho. Naquela noite, lembro-me, havia a tradicional vigília, uma ceia com os inolvidáveis salgadinhos da mamãe, dormíamos mais tarde, esperávamos passar a meia-noite. Enfim, uma festa. Qualquer ruído nos alertava. Poderia ser o bom velhinho se aproximando. Com certeza nossos olhos estavam arregalados, tamanha a expectativa. Quando, saindo das sombras (havia muitas árvores no pátio), surge Papai Noel, em sua tradicional roupa vermelha, o saco às costas e...... uma longa varinha na mão. Haviam nos dito que ele usava para "tocar" as renas na sua "carroça". Atônitos, nos encolhemos no canto da sala, enquanto ele saudando a todos entrava na peça. Logo abriu o saco e tirou uma "tombadeirinha" de plástico, maravilhosa, que levantava a caçamba. Democrático deu uma pra cada um. Agradecemos felizes e já íamos sair pra rua, quando ele perguntou se nos comportamos. Pra meu espânto, meus pais começaram a relatar as diabruras que aprontávamos. Algumas eu nem me lembrava mais e, claro, acreditava na compreensão do bom e querido velhinho... Papai Noel filho da puta! Desancou o pau em nós. Era uma varada atrás da outra. E o desgraçado ainda gritava que deveríamos nos comportar bem de agora em diante, senão ele voltava. Meu irmão que sempre foi mais esperto, conseguiu uma brecha naquele círculo e escapuliu. O brinquedo ficou. Eu não queria me separar do meu novo carrinho. Então não sabia se segurava o presente ou protegia as pernas do castigo. Papai Noel filho da puta! Desancou o pau em nós. Depois de satisfeita a sanha e concluido o espancamento e, após nossas chorosas promessas de melhorar, ele se preparou para partir. Fiquei tão feliz quando ele sumiu nas sombras do pátio vizinho, que até rezei de contentamento. Juro que amenizou a dor das varadas. Por fim e, o melhor de tudo é que nunca mais o encontramos lá em casa. Talvez um arrependimento tardio lhe deixou envorgonhado, um remorso qualquer, sei lá... Sempre que ele chegava nos natais posteriores, ou tinhamos saído, estávamos noutra parte da casa, enfim nunca cruzamos mais com ele, só ficava o recado: comportem-se. Até que foi bom, pois,
meu irmão que pra minha surpresa, ainda lembrava daquilo, me respondeu: "Se eu achasse aquele papai noel, ia quebrar as pernas dele". Esta é a minha singela História de Natal....

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Quando termina uma pesquisa. Texto de um ano atrás..

Koniec significa fim em polonês. E foi um PLIM! KONIEC!
Entre dezenas de informações, abri um arquivo e... buuuumm, o cérebro sacudiu. Naquele momento tomei consciência de que podia






mapear e contar a trajetória da minha família NIEVINSKI, desde que o nosso imigrante (descendemos todos de um só casal) saiu desta aldeia (Zakrzewo - Arbusto - Arvorezinha) na Polônia. O navio, as gentes, o casório e as cidades por onde seus 13 filhos se espraiaram ao longo do século XX, até chegar aqui, madrugada alta em Porto Alegre: eu, sozinho, na frente do computador. Alegria! Afinal foram apenas 32 anos de busca. Heheheh. 
Idas e vindas. Vidas inúmeras que partilharam pedaços de suas histórias, que fui reunindo num quebra-cabeças.. 
Uma lástima um tanto dolorosa é a de que eu não tenho ninguém mais dos antigos pra contar esta aventura. Obrigado ao Gilberto Magroski. Aos meus colegas do Cekaw: Paulo Gilberto Geliski Diego De Leão Pufal e Ademir Grzesczak. Vocês foram fundamentais para que eu não desistisse. Valeu patroa Márcia Vieira. Vamos conhecer um cantinho da Polônia?
Acho que, só de sacanagem, não vou contar pra ninguém a historinha.
Hahahah! Tá bom. Só vou contar pra Marcelo Fátima e Odair Nievinski, William Goroncy Do Nascimento Marcos Nievinski Michelle Fabizsak Felipe Geremia Nievinski Rose Nievinski Camila Bittencourt Nievinski Genilson Nievinski Eric Vieira Nievinski Delci Nievinski Jurema Nievinski Gabriella Pinto Elaine Beatriz Pinto Zenaide Nievinski Anna Catterine Anna Araujo Fabíola Nieviski Adelina Goroncy Claudia N Ramos Diego Nievinski
A Dona Ewa Wyszkowski (Niewińska) (Fałkowska) é uma personagem de contos dramáticos nessa história. Quiçá alguém a conte, um dia.