Andei, e como andei... à esmo, sem norte.
As lágrimas compunham a trilha, sonora e visual
Cansativo era mE olhar,
um ou outro ouvido, escutava aquelas letras,
minha poesia triste.
Lapidar... trilha final daquele caminho, sem retorno.
E numa volta dessas, quase ao acaso (será?)
o colorido de teus olhos aquece a esperança.
Âncora invisível, esteio improvável, que em minha porta
bate com a força dos punhos firmes.
Me chamam!
Há vida ainda!
Gritando que há um eterno recomeço, naquela fonte do amor gratuíto,
onde a paz insiste em repousar suas asas...
Um comentário:
Obrigada!
Postar um comentário